POSTAGENS


O Ciclo do Cristianismo: 500 anos de Reforma
Alexandre Marques
Recentemente publiquei três vídeos contraditórios, o primeiro, uma reflexão do Dr. Rodrigo Silva em frente à cordilheira do monte Sinai. O segundo, um ex-bispo da Igreja Universal relatando os enganos praticados por ela em busca de dinheiro. E por fim, o terceiro vídeo, um terceiro vídeo de uma reportagem comemorativa dos 500 anos da reforma protestante feita pelo Jornal Nacional da TV Globo. O que eles têm em comum? Justamente o terceiro vídeo é o que eles têm em comum.
 A vida no evangelho é cíclica, se repete a cada dia, de tempos em tempos. Deus estabelece um conceito, uma regra, um mandamento, durante um determinado período o seu povo segue fielmente, é o momento do primeiro amor. Depois de um determinado tempo, Satanás planta uma sementinha do mal, igual a parábola do  trigo e do joio (cf. Mt 13:24-30), não estarei aplicando no contexto de pessoas, mas, de tentações, a sementinha da ganância e do amor ao dinheiro. E, por causa deste amor, os filhos de Deus abandonam o primeiro amor (cf. Ap 2:14), o evangelho.
Abandonando o primeiro amor, vem à fase de escuridão e trevas espirituais dentro do arraial do povo de Deus. Homens e mulheres de Deus são perseguidos e massacrados por dizer a verdade. Por meio desse amor doentio por mais posses a apostasia torna-se membro assíduo dos lares e congregações cristãs. O amor as posses e as posições sociais levaram os judeus a venderem seus próprios irmãos como escravos, sendo que estes foram séculos antes libertos da escravidão egípcia, e também levou os fariseus conspirarem para matar a Cristo. E, por consequência disso, em ambos os casos a completa destruição e vergonha vieram como iminente juízo sobre eles.
A reforma protestante veio, justamente, para ser como uma ruptura com tudo aquilo que estava desvirtuando o cristianismo. O Cristianismo surgiu justamente para pregar que o Sangue de Cristo veio para trazer liberdade para a humanidade caída. Veio para trazer esperança, mas, que para isso o indivíduo deveria aceitar o sacrifício de Cristo, ou seja, a Salvação era gratuita e cabia ao indivíduo aceita-la ou não.
No entanto, o devido a algumas rupturas, eu começou com a ruptura do Cristianismo com o Judaísmo, o cristão perdeu a referência do que significava a obra e ministério de Cristo para toda a humanidade. Justamente, romper com os mandamentos bíblicos fizeram com que o cristão se afastasse com o princípio originário do cristianismo. Para se ter uma ideia, quando os judeus se rebelaram com os romanos, os cristãos romperam com os cristãos em definitivo, até então eles se reuniam nas sinagogas dos judeus aos sábados e ali depositavam os seus dízimos. Deixando de ir as sinagogas aos sábados automaticamente deixaram de devolver os dízimos, pois, não tinham mais a figura do sacerdote para fazerem a devolução.
Negar o dízimo ou as ofertas é negar a justiça, a misericórdia e a fé, pois Jesus as colocou como parte integrante da lei (cf. Mt 23:23), lei esta que ele garantiu que não veio abolir (cf. Mt 5: 17 – 19). Assim, devemos fazer estas coisas (dizimar) e não omitir aquelas (justiça, misericórdia e fé).(SILVA, 2015, p.90)
A Igreja ficou por volta de 300 anos sem dizimar, isso é muito tempo. Ela vivia de doações por parte dos fiéis. Quando ela se tornou religião oficial do Império precisava de dinheiro para sobreviver, então, surgem as indulgências. E a Igreja durante séculos se enriquece à custa da miséria da população europeia da época. Perdão em troca de dinheiro, garantir um lugar no céu vendendo tudo o que tem, tirando o pão da boca dos filhos, só para manter o luxo de clérigos católicos.
Voltamos ao mesmo a segunda fase do ciclo, a corrupção moral, que assolou por duas vezes o povo de Israel no passado, agora estava em seu auge com a Igreja Cristã. A estratégia de Satanás segue a mesma. Durante anos, como no passado com os profetas de denunciavam as injustiças sociais e apostasias da liderança israelita, Deus enviou agora os reformadores antes de Lutero para isso, e como muitos desses profetas de Israel foram mortos pela própria Igreja.
Até que chegamos à terceira fase deste ciclo, com a chegada de Lutero. O dia 31 de outubro de 1517 entrou para a história. Quando Martinho Lutero pregou na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg as 95 teses sobre a justificação pela fé. Uma afronta direta à fonte de captação de recursos que mantinham o Império Papal. Algo que causou grande rebuliço no mundo até então. Foi a maior cisão que a igreja sofreu desde a sua divisão quando esta se dividiu em duas, quando surgiu a Igreja Ortodoxa.
Lutero sofreu muito, enfrentou tentativas de assassinatos, foi obrigado a comparecer diante do Papa e exigido que se retratasse de tudo aquilo que escreveu, prontamente negando o pedido papal. Teve de ser escondido durante um ano, onde pensaram que estava morto, período este que se dedicou a traduzir a Bíblia em alemão, sendo o primeiro exemplar da Bíblia traduzido à língua mãe de um país. Por meio dessa obra é que hoje temos a Bíblia em tantas línguas inclusive em português.
A obra de Lutero foi fundamental para que o evangelho se reencontrasse novamente. Mas os anos e séculos foram passando e o protestantismo, como se chamou o movimento, se dividiu. Luteranos, Calvinistas e tantos outros até chegarem ao movimento que iniciava desde 1780, o interesse na volta de Jesus e posteriormente surgem os adventistas.
Os anos se passaram e mais uma vez passada a primeira fase de amor, novamente, voltamos à segunda fase. Onde aquele velho sentimento que destruiu o povo de Deus e a Igreja no passado, volta novamente. Não dá para inocentar placas de igrejas, todos são culpados, a sua maneira é claro.
O contraste entre o vídeo do Dr. Rodrigo Silva, que busca unicamente trazer o conhecimento e a verdade, levando a Palavra de Deus aos povos, contrastando com o que o ex bispo falou do que ocorre lá dentro da IURD, e não só dela, mas como também das igrejas neopentecostais em geral, como o caso da Igreja Mundial do Poder de Deus, do “apóstolo” Waldemiro Santiago, da Igreja Internacional da Graça de Deus do “Missionário” R.R. Soares, do Pr. Silas Malafaia e cia., é semelhante com o que a Igreja Católica Apostólica Romana fazia, a única diferença enquanto ela vendia perdão divino e lugar ao céu, eles vendem cura e prosperidade financeira e no amor.
Mas, não é só eles que estão neste barco não, muitos outros estão. Nas Igrejas tradicionais também tem aqueles que fazem de tudo e mais um pouco para preservar sua posição de destaque para não perder seus privilégios, e fazem de tudo para silenciar aqueles que têm algo a dizer. Enaltecem aqueles tem dinheiro e posição social, preterindo os que nada têm a oferecer. Jesus disse assim: “Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (cf. Mt 5:5).
Como disse o cristianismo é cíclico e estamos na segunda fase dele. E a terceira virá, a pergunta é: O que virá na terceira fase deste ciclo? O que sabemos é que é a correção da segunda fase, para Israel representou destruição, por duas vezes. Para a Igreja Cristã, que já era Católica, a Reforma Protestante, que representou uma ferida que até hoje não foi curada. O que será do povo de Deus destes últimos tempos?
Alexandre Marques

Bacharel em Teologia SALT IAENE


QUEM DEU A ORDEM? UMA QUESTÃO DE AUTORIDADE
Textos para análise: Gn. 2:1 – 3; 4: 5 – 7; Ex.20:8 – 11; 31: 18; I Sm. 15; Ez. 20: 20; Ml 3:6; Mt 5: 17; 16: 18 – 19; 21:42; Lc 4:16; Jo 3:16; At 4:11; 17:2; Fp 3:5; Cl 2:16; I Jo 4:8
Essa é a segunda vez hoje que dedico uma hora da minha vida para escrever este texto, pois, na primeira vez a internet caiu e perdi o texto original. Desta vez, estou fazendo uma cópia de segurança para que este não se perca.
Ontem tive a oportunidade, ou melhor, a infelicidade de ver um vídeo produzido por uma TV da Igreja Católica, que apresentava um debate sobre a “santidade” do domingo e a “tradição” antigo-testamentária da guarda do sábado, onde dois padres defendiam explicitamente o domingo, e acusavam os “grupos” de guardadores do sábado de criadores de confusão. Esse vídeo me deixou estupefato, me causou um verdadeiro espanto quanto ao tamanho desconhecimento desses indivíduos acerca dos adventistas do sétimo dia, ao qual o segundo deu nomes aos bois. Como foi um debate desigual, ao qual eles apenas se propuseram a defender o domingo, usando o precedente da ressurreição de Cristo como motivação para tal mudança, vou agora, em nome do SÁBADO e dos adventistas, apresentar a nossa defesa.
Para melhor entender e desenvolver o melhor raciocínio, você deve partir deste ponto de partida que iremos propor hoje, a partir desta pergunta: Quem, de fato, ordenou a guarda e a santificação do Sábado e quem ordenou a mudança? Já sabemos, e o próprio padre admitiu que Roma quem determinou a mudança como uma forma de homenagear a ressurreição de Cristo, ele gastou mais de sete minutos para responder isso. A partir de agora vamos dar a contra resposta, sem usar “decreto dominical” como resposta, como um dos padres usou, ridicularizando os adventistas acusando-os de criadores de uma “teoria da conspiração”.
A primeira menção do Sábado como um dia de descanso, abençoado e santificado por Deus, não apareceu em Êxodo 20: 8 – 11, mas, em Gênesis 2: 1 – 3. No ato da criação Deus criou o sábado, aliás, no quarto mandamento, é o único que apresenta a Deus como o Criador de todas as coisas. No mandamento em Êxodo, Deus especifica como deveria funcionar a guarda e o estende a todos, israelitas e estrangeiros, empregados, até mesmo aos animais, a todos. Além disso, a guarda do Sábado era comum aos hebreus antes do exílio, pois era uma tradição, uma ordem de Deus que acompanhava os Seus filhos desde a criação. No entanto, durante o primeiro exílio do povo, no Egito, eles perderam de vista as ordenanças de Deus adotando a religião pagã como regra de fé.
No deserto Deus tratou de deletar da mente dos israelitas as manchas vindas da religião egípcia. Mas, como a própria história diz, não foi nada fácil. Por exemplo, no episódio do Sinai, enquanto Moisés demorava em descer com as tábuas da Lei, o povo pressionou a Arão que lhes fizesse um deus para eles servirem, e ele fez um bezerro de ouro, para quem não sabe, o boi é uma divindade egípcia da época. Pecado este que desagradou tanto a Deus que Arão esteve também para ser destruído, se não fosse a intervenção de Moisés.
Em Êxodo 31:18, é apresentada a autoria de Deus como legislador e escrivão do decálogo, por isso, o decálogo é a única parte de toda a Bíblia a não ser inspirada por Deus, pois, escrita pelas mãos do próprio Senhor. É séria essa questão, quando se ataca o sábado e a Lei de Deus, se ataca ao próprio Deus, ver Dn 7:25. Não existe uma relação do Sábado fora dos Dez mandamentos, o próprio Cristo disse isso em Mateus 5: 16, “aquele, que guardar toda a Lei e tropeçar em um só ponto se tornará culpado de todos”. Em Ezequiel 20:20, Deus apresenta por meio de Ezequiel, que Ele estabeleceu “os MEUS sábados, para que sirvam de sinal entre MIM  e vós”, é uma declaração muito forte. No próprio mandamento está declarado assim “...é o sábado do Senhor vosso Deus”, o sábado aparece como pertencente a Deus e o homem NÃO TEM o direito de tocá-lo.
Agora, para darmos continuação ao nosso estudo, devemos analisar a personalidade de Deus, que O próprio explicitou a todos nós. Em primeiro lugar, todos nós sabemos que Deus é amor (cf. 1 Jo 4:8), no entanto, Ele é justiça também, principalmente quando vemos a declaração de Paulo em Romanos 6:23, sobre o preço do pecado. Isso é tão forte que a única forma de Deus oferecer a Salvação a humanidade teve que ser por meio da paga pelo pecado (cf. Jo 3:16). Deus tem uma personalidade forte, com Ele, SIM é SIM, e NÃO é NÃO, não existe meio termo, veja essa declaração de Malaquias 3:6, na qual, o próprio Deus declara que Ele não muda suas palavras, promessas e muito menos repreensões e castigos. Veja o que Deus fez a Moisés acerca das águas de Meribá (cf. Nm 20:12), Moisés a pouco tempo havia enterrado a sua irmã mais velha Miriam, e como todos sabem, aquele povo era muito rebelde e impulsivo, e por um descontrole Moisés fora proibido de entrar na Terra Prometida, ele até tentou amolecer o coração de Deus (cf. Dt 3:26), mas, de nada adiantou. Com base nisso, é que a declaração de  Cristo, em Mateus 5:17, ganha mais força, demonstra que em nenhum aspecto a Lei de Deus seria mudada por Ele e muito menos teria o homem direito de muda-la.
Mas, a personalidade humana é falha e carece de melhor caráter. O ser humano gosta de levar as coisas a partir do “jeitinho brasileiro”. Para o homem, arranca pedaços obedecer a Deus. Mas o “jeitinho brasileiro” é muito mais antigo do que Pedro Álvares Cabral, ou seja, existia muito antes que o Brasil viesse a existir. Em Gênesis 4, conhecemos a história de Caim e Abel, após o pecado de seus pais, Deus estabeleceu a necessidade do sacrifício diário de ovelhas para remissão de pecados, representando a Cristo que viria futuramente, pois, sem sangue não há remissão de pecados. Eles cresceram e Caim era lavrador e Abel, pastor de ovelhas. Abel oferecia sacrifícios de ovelhas a Deus, e Ele aceitava. Já Caim, queria que Deus aceitasse aquilo que ele queria oferecer, ofertando vegetais e a resposta foi negativa, o desagradando. Por fim, o pecado de Caim não destruiu apenas a ele, mas, derramou o sangue do próprio irmão inocente.
Em I Samuel 15, temos a história do rei Saul, escolhido e ungido por Deus para reinar sobre Israel a pedido do povo. Um homem que fora escolhido para guiar o povo, mediante a obediência dele aos mandos de Deus. No entanto, ele sempre teve um espírito meio rebelde, a ponto de desobedecer claramente a uma ordem direta de Deus que acabou posteriormente custando a coroa, a vida, a sua família e descendência, e, por fim, a eternidade. Tudo porque quis cumprir as ordens de Deus de acordo com a sua vontade.
O sábado não é uma tradição do Antigo Testamento, nunca o foi. Nos tempos do Novo Testamento, Cristo e seus discípulos iam às sinagogas aos sábados para adorar, (cf. Lc 4:16), o apóstolo Paulo, depois de converso, também ia as sinagogas aos sábados (cf. At 17:2). Para quem não sabe, o cristianismo surgiu no meio do judaísmo. Tanto que os cristãos levavam os seus dízimos para os sacerdotes no templo em Jerusalém, isso até o ano 70. Após a morte de João, devido às perseguições dos judeus aos cristãos, e dos romanos aos judeus, que levou aos cristãos a abandonarem características que os relacionassem com os judeus, fato este que levou ao cumprimento da profecia de João em Apocalipse 2:4, eles abandonaram o primeiro amor.
Voltamos à pergunta inicial: Quem, de fato, ordenou a guarda e a santificação do Sábado e quem ordenou a mudança? Se você for um bom observador verá que nesta pergunta eu repito a palavra “quem” duas vezes, expressando que o sujeito da primeira ação não é o mesmo da segunda ação.
Então, com isso, não temos mais dúvidas de que foi Deus quem ordenou a guarda e santificação do sábado e que foi a Igreja de Roma que ordenou a mudança, a pergunta é: Quem deu autoridade a Igreja de Roma para efetuar tal mudança? Foi Deus? Jesus Cristo? Porque somente eles poderiam delegar tal ordem. A resposta é NÃO. Nem Deus, o Pai, nem o Filho e nem o Espírito Santo, deu ordem a Igreja que fizesse tal coisa. Eles baseiam-se que Pedro é a Pedra que foi edificada a igreja, tanto que dão a ele o título de 1º Papa. Em primeiro lugar, o próprio Cristo (cf. Mt 21:42) e também o próprio Pedro (cf. At 4:11) apresentam a JESUS CRISTO como a PEDRA ANGULAR. Segundo, se Pedro foi o primeiro Papa, porque é Tiago quem preside o primeiro concílio da igreja acerca da circuncisão dos gentios em Jerusalém (cf. At 15: 1 – 21)?Terceiro, se você ver a declaração de autoridade dada por Cristo à igreja, você não encontra lá nenhum ponto ou brecha que autorize à igreja mudar o decálogo, a Lei de Deus. Com base nisso, a mudança de sábado para domingo é muito mais que capricho é uma afronta direta ao próprio Deus como está em Daniel 7: 24 – 25.
Neste texto, entendemos que Deus é o legislador do Decálogo e o Sábado é de propriedade exclusiva de Deus, e que o homem não tem NENHUMA autoridade sobre ele. Também entendemos que Deus é dono de uma personalidade ímpar e que não muda seus estatutos e não volta atrás em suas decisões. E, ao contrário de Deus, os homens sempre procuraram fazer apenas a sua vontade, obedecer a Deus, não segundo os Seus estatutos, mas, de acordo com o desejo dos homens, como foi expresso nos casos de Caim e Saul. Compreendemos que Jesus nunca sequer deu uma menção de uma possível mudança na Lei, e principalmente do dia de guarda, sendo este parte integrante do Decálogo de Deus, escrito pelo próprio dedo dEle.
ESTÁ TUDO UMA VERDADEIRA BAGUNÇA
Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte”. Mateus 5:14
Uma exposição de arte no Rio Grande do Sul explodiu mais uma polêmica no país. Essa exposição teve como tema central, segundo seus organizadores, a diversidade de gênero. No entanto, nessa exposição haviam imagens que estimulavam a pedofilia, a zoofilia, a cristofobia, a marginalização do negro, em resumo, uma verdadeira degradação do ser humano.
Posso aqui apresentar argumentos bíblicos que vão de encontro a tudo isso que foi apresentado nesta infame exposição, porém, essa forma de argumentação não irá resolver o verdadeiro problema que está assombrando nossas vidas, que a religião perdeu a voz e espaço na sociedade por culpa própria.
A sociedade, hoje fomentada pelas “minorias” que na realidade controla todos os meios de comunicação atacam a religião como a grande causadora da intolerância contra a comunidade LGBT. E, por meio deste pensamento, alimentado pelo deputado Jean Wyllys, um grande abismo está se criando entre religiosos e as demais camadas da população brasileira. Aliás, os religiosos têm sido alvos de constantes ataques realizados por este deputado e todos os seus aliados, inclusive a Rede Globo de Televisão, que por um acaso, foi quem lançou esse deputado em um reality show promovido pela emissora carioca.
No entanto, no meio desta guerra declarada pela Rede Globo e seus simpatizantes, existe um contexto social que não podemos de forma alguma descartar, o total despreparo intelectual por parte dos religiosos no atual momento do país. A questão não só envolve os neopentecostais, que já demonstraram um total analfabetismo bíblico, mas os tradicionais, que se preocupam em formar apenas animadores de plateia com a Bíblia em uma mão e com a salva para receber ofertas da outra. Se preocuparam tanto em formar gente exclusivamente para explorar e ser explorada que faltam gente pensante para poder se defender  e a nossa sociedade desses ataques cruéis.
Durante os séculos a religião foi fundamental para o desenvolvimento intelecto-social da humanidade. Nos tempos do Antigo Testamento, por exemplo, os principais motivos que levaram a Deus a punir o seu povo ao cativeiro na Babilônia foram justamente a idolatria e os pecados sociais, como a exploração do povo e a escravidão. E foi uma figura religiosa em Israel, um profeta, que levantou essa bandeira, através do profeta Jeremias. Não foi somente com Jeremias, a grande maioria dos profetas menores tinham essa mensagem voltada para o social. No Novo Testamento, começamos pela figura de João Batista que não poupava esforços em mostrar os pecados de Herodes, fato que lhe custou a cabeça.
Depois foi o próprio Jesus Cristo, que em Seu Ministério procurou atender as necessidades do povo faminto e excluído por parte dos fariseus, não se esquecendo que a missão principal de Cristo era salvar a humanidade por meio de Sua morte no calvário em nosso lugar, mas, também não impediu a Ele de nos apresentar o que é correto. Os fariseus pensavam apenas em uma forma de manter o sistema que os mantinham, eles eram estudiosos da Bíblia, porém, ocultavam do povo tudo o que eles precisavam saber, em nome do poder. Este sistema é parecido com o que temos hoje.
Depois de Cristo, a preocupação com os pobres e as viúvas esteve na igreja primitiva, a mobilização social, e ainda temos a carta de Tiago que foi uma verdadeira aula de evangelismo social. A pobreza e a injustiça social sempre estiveram presentes no decorrer da história da igreja, nas profecias das sete igrejas de Apocalipse capítulos 2 e 3 enfatizam isso. Enquanto no primeiro século, a igreja fundada por Cristo e seus apóstolos focava-se não só em salvar, mas, também, em atender as necessidades dos aflitos, a igreja da idade Média buscou extorqui-los o máximo que pudesse fazer. Cristo sempre usou o conhecimento como base principal de Sua mensagem (cf. Jo 8:32), o conhecimento traz liberdade, a Bíblia é apresentada pelo salmista como a lâmpada que ilumina os passos em uma terra escura (cf. Sl 119:105), então, como pode isso ser mentira?
Do mesmo meio que veio a extorsão, veio também à libertação. A Igreja de Roma estabeleceu a expansão científica através das grandes universidades, que até então não existiam. A igreja queria ser a grande detentora de toda forma de conhecimento empírico a ser produzido no mundo naquela época. No meio dessa atmosfera eis que surge a figura dos grandes reformadores, onde muitos foram martirizados, mas, eis que surge a Reforma Protestante, justamente, protestando contra a exploração indevida dos inocentes por meio de sua ignorância alimentada pela igreja. Mais uma vez, a religião totalmente envolvida em uma causa social trazendo ordem ao caos por meio do conhecimento.
No meio desta história temos a história das sociedades gregas e romanas antigas, que ofereciam conhecimento, mas, sem a base familiar o resultado é a completa destruição dessa sociedade. Era comum, no meio deste tipo de sociedade, a erotização das pessoas tudo girava em torno do ato sexual, e com isso, eram comuns, por exemplo, os alunos serem explorados sexualmente por seus professores ou mentores, foi o que aconteceu com Alexandre, o Grande, por exemplo. A religião é o ponto de equilíbrio da sociedade por meio da educação moral que esta traz ao ser humano, trazendo segurança a família para se desenvolver e formar o indivíduo.
Mas, a primeira vez que um país quis “matar” Deus foi França no fim do século XVIII. Devido aos desmandos do Papa, além de romper com Roma, como havia feito a Inglaterra, os franceses resolveram romper com Deus, promovendo uma prostituta como a “deusa” da razão. Eles perseguiram, mataram e expulsaram cristãos da França e queimaram Bíblias em praça pública. O resultado não poderia ter sido tão desastroso, levou a França ao caos social tanto que o Culto a Razão acabou banido do país por Napoleão Bonaparte em 1794.
A última manifestação social promovida por líderes religiosos foi a luta pelos direitos civis promovida por Martin Luther King Junior nos anos 60. Ele até chegou a ganhar o prêmio Nobel da Paz, já parou para pensar nisso, um pastor de igreja ganhando um prêmio de renome internacional? Simplesmente porque ele cumpriu o dever dele, de não só ser um pastor de seus membros, mas, pastor da comunidade inteira. A comunidade inteira que é a sua igreja, não só os membros de seu distrito, isso falando com os adventistas. Os demais são ainda piores, se preocupam apenas com o seu cercadinho. Onde é que está o ensino da Bíblia? Onde é que está o amor ao próximo? Dizer que vai orar e não fazer nada simplesmente não resolve, só demonstram que somos covardes e inúteis.
Hoje somos vistos como inúteis e perseguidores de gays e lésbicas. E não é isso que Deus quer de nós. Por causa do nosso despreparo ao comunicar a Palavra de Deus fomos censurados sob a acusação de homofobia, o Jean Wyllys está produzindo um filme apresentando a Cristo como homossexual com dinheiro público e não podemos falar nada, daqui a pouco tirarão de nós as nossas Bíblias sob a acusação de estímulo à homofobia, algo que não é verdade. Nós não precisamos concordar com eles em suas práticas, mas, deveríamos usar melhor as palavras, e por não usarmos elas se voltaram contra TODOS NÓS.
Vou ser sincero, estou cansado de ser taxado como evangélico, aliás, este título é muito cobiçado por nós os adventistas, para não ser vistos como seita. No entanto, o evangélico é uma figura ridicularizada pela sociedade, não por sua crença, mas, por sua total falta de conhecimento e preparo tanto teológico como no diálogo. Também não quero ser taxado como membro de seita, porque não é legal, apesar de mesmo sendo considerados por muitos “pseudo” teólogos, somos mais organizados do que muitas “grandes” denominações religiosas, mas, é muito pouco. Precisamos TODOS voltar a ser protestantes.
Não basta apenas protestar, como a turma dos “panelaços” e dos “grevistas desinformados”, os pastores e líderes religiosos devem oferecer conhecimento bíblico-teológicos adequados e abordar a importância social que a igreja representa na sociedade. No passado, Deus instituiu a Israel como um exemplo para as demais nações para reformar o mundo caído, pena que o plano falhou, por culpa do próprio Israel, está na hora de mostrar ao povo que Deus se preocupa com o bem estar de todos os que precisam. Pastor, não se limite apenas a ser um animador de plateia com a Bíblia nas mãos, amplie seus horizontes, pare de ser um fariseu moderno que apenas se preocupa de manter-se em um sistema de auto subsistência. Embora sabemos que este mundo está perto de acabar não deixe de cumprir a missão que Deus confiou a você ao ser nomeado pastor de sua congregação...
Aqui me veio a mente algo muito IMPORTANTE:
Esta é uma guerra ideológica de pessoas que defendem seus ideais. Então escreva, proteste e até publique vídeos sobre o assunto. Mas, por favor, se você quer ajudar JAMAIS:
1. LEVANTE a sua mão contra alguém que defenda a ideologia LGBT, por favor NÃO FAÇA ISSO.
2. INCITE algum discurso de ódio e que estimule a violência e atitudes homofóbicas, pelo amor de Deus NEM PENSE NISSO. Pois, só irá piorar a questão. Dará a eles todos os motivos do mundo em fazer uma caça aos cristãos e não queremos isso.
Estamos vivendo um momento delicado, as redes sociais são um termômetro de como está a nossa sociedade. Aquele que levar a vias de fato perderá esta guerra. Não é uma guerra que será vencida com armas, pedras, força física e facas, ela será vencida pela Palavra e principalmente pela oração.

Estou falando em guerra, porque quem está por trás desta luta é muito mais poderoso do que realmente pensamos, não é só contra emissoras de TV, ativistas e políticos que estamos guerreando, mas, contra um ser que existe há muito mais tempo que este país, por exemplo, que estamos em guerra. As pessoas, para ele são apenas ferramentas para serem utilizadas em seus maléficos intentos. Muitas vezes, falamos em pessoas, mas, é Satanás quem está por trás de tudo isso.  Sozinhos não venceremos, porque ele está na batalha, precisamos de Alguém mais poderoso do nosso lado, JESUS CRISTO, o nosso SENHOR.
PRECISAMOS CHORAR UM POUCO MAIS
Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. 2 Tm 3:1-5
Precisamos nos emocionar mais, fomos feitos para chorar. Às vezes me pego vendo vídeos no Youtube e no Facebook, para chorar um pouco. Para não me esquecer de que, embora seja necessário se fazer forte nessa sociedade tão desafiadora, que, às vezes, é preciso também chorar. Eu costumo compartilhar vídeos em meus comentários, no entanto, eles têm que representar algo.
Hoje, 5 de setembro, compartilhei um vídeo com um trecho de um sermão do Pr. Odailson Fonseca, ele contou a emocionante história de uma jovem de 22 anos de idade, formanda de Enfermagem, que tinha tudo para ter uma vida próspera e feliz. Ele estava em seu escritório da União Central Brasileira em Arthur Nogueira, essa história ocorreu em um final de ano no mês de dezembro, quando entrou uma mulher desconhecida em seu escritório, fato que o surpreendeu, já que existe um padrão a ser seguido. A mulher, sem ser convidada, sentou-se a mesa, abriu a bolsa e espalhou várias fotos sobre a mesa e começou a contar a história.
Ela viajou mais de 2 mil quilômetros, desde o interior do Mato Grosso até Arthur Nogueira, e ali mostrava orgulhosa as fotos da sua filha Jéssica, que com 21 anos tinha o hobby de fotografar as coisas, e também do namoro exemplar dela com Felipe, um namoro genuinamente cristão. E ela parou na foto da formatura da filha em Enfermagem.  No dia da formatura ela sentiu um incômodo nas costas, uma coceira, ela não deu importância.
Mas, essa coceira seguiu por vários dias, até que ela decidiu ir ao médico, passou na mão de vários médicos até chegar ao especialista que pediu a biópsia. Ao ser examinada a foi constatado um triste diagnóstico.  Com 22 anos ela estava diagnosticada com um carcinoma mais agressivo que existe, um câncer na pele. O mais interessante é que quanto mais jovem for o paciente diagnosticado com câncer, mais devorador ele é. A medicina reuniu-se para salvá-la, “mas, pastor” – disse ela – “ aquela coceirinha já era um sinal de toda a devastação que estava no corpo dela”.  Tanto que naquela semana, pós-formatura, o médico, com toda a sua sinceridade, lhe deu nada mais que seis meses de vida.
Uma notícia como essa, desmonta nossa história. Jéssica, com a sentença de morte decretada, voltou para casa arrasada, mas, cheia de esperança. Felipe, o rapaz apaixonado, se reúne com os pais e faz o pedido de casamento, mesmo sendo tão curto, mas um “ e viverão felizes para sempre” intenso. Eles se casaram, em uma cerimônia simples, e o “felizes para sempre” durou quatro meses, até que se começaram as internações.
O corpo humano é falho, vieram as seções de quimioterapia e radioterapia, os quilos a mais e a menos, a queda dos cabelos, todos os flagelos oriundos do câncer. Tentaram a melhor maneira de mantê-la viva e conseguiram por um ano. Ela se dirigiu ao pastor, e disse que quatro meses antes da visita, a filha dela deu entrada no hospital e dele não saiu mais. Ela ficou na UTI em um quarto que ela poderia ver a TV Novo Tempo, aí que o pastor entrava na história, ele era o apresentador do Código Aberto. Durante os quatro meses que ela esteve na UTI ela assistia sempre o programa, era a morfina dela. Ela gostava, e conhecia o pastor. Ela queria conhece-lo pessoalmente.
Chegou o último sábado, ela assistiu o programa, e terminando programa, estavam o marido mais perto, e os pais e sogros de Jéssica envoltos ao redor da cama de Jéssica, e ali cantaram o hino “Mansão sobre o monte”. Fizeram ali o culto de pôr-do-sol e ali pressentiram que ali seriam os últimos momentos da valiosa Jéssica. Naquele entardecer, a Jéssica falou para mim a razão de vir a tua sala – disse a mãe de Jéssica ao pastor. Naquele momento, o pastor já chorava como criança. Continuando ela a falar: “ ...mãe, eu não vou viver mais, só me promete que você irá um dia falar com esse pastor, que eu quero me encontrar com esse pastor no céu”. – Naquele sábado a tarde, Jéssica morreu.
O pastor chorava, e a mãe não. Ela disse que já chorou por dois meses, e ela atravessou 2 mil km para realizar o desejo da filha morta. E, não percebendo que ela havia vindo com uma sacola, ela tirou da sacola, e deu ao pastor todo o equipamento fotográfico  de Jéssica, a pedido da filha, pressupondo que o pastor fosse um amante da vida e que gostaria de tirar fotos e até mesmo ensinar a filhinha dele. Ele tentou não aceitar, mas, ela insistiu é um desejo de uma morta. Quando pensa que já tinha acabado, ela mostra a segunda razão de sua visita, e diz: “pastor, não ouse faltar o céu!!!”.
Essa história me desmontou, como pensar que “os planos de Deus são maiores que os meus”, por exemplo, quando vem um diagnóstico tão cruel como esse? É quando esse diagnóstico vira história e legado, vemos que apesar da morte, como a de Jéssica, passa a transmitir uma esperança e uma verdade na vida de alguém que precisa ser balançada.
Precisamos nos emocionar mais, precisamos estar mais abertos a estar mais receptivos a essas situações. Hoje, a tragédia está a nossa porta e não mais nos importamos com o nosso próximo. Não é sentir um êxtase espiritual, mas, Deus nos fez não só para rir, mas, para chorar, sentir compaixão, sentir saudades. Existem músicas que me desmontam emocionalmente, me faz mais humano. Mas que humano queremos ser, os humanos durões insensíveis e inabaláveis, ou os humanos que se emocionam sem medo?
Hoje, vivemos em um mundo em que a falsidade e a ganância batem a nossa porta. Precisamos ter esperança, acreditar, ter fé. A doença ou a morte de alguém tão próximo é a única coisa que tem mexido realmente dentro de nós, aí que percebemos que não somos eternos, e que este mundo não eterno e nem será.
Ame, mas ame de verdade. Sinta, como nunca tenha sentido antes. Encontre-se com Deus, de uma forma tão íntima que permita que Ele possa atuar, de fato, na sua vida. “Os sonhos de Deus são maiores que os teus, por isso, vale a pena acreditar”.

#sedentosporsaber
ALEXANDRE MARQUES·SEXTA, 30 DE JUNHO DE 20171 leitura
Gostaria de me manifestar hoje com esta crônica. Mais uma vez na academia vendo um programa de TV eu vi uma cena que me causou bastante consternação, que por respeito ao leitor não a mencionarei neste texto.
Mas, gostaria mesmo de colocar nesta carta um pouco dos frutos de uma conversa que tive com uma amigo estudante de filosofia alguns dias atrás. Como somos os frutos resultantes dos meios de comunicação e de um governo que busca alienar a mentalidade de um povo.
Muitos se queixam que a nossa sociedade é uma sociedade sem opinião, ou seja, sem vida própria. E isso é a mais absoluta verdade, esse colega chamou-nos de um "bando de idiotas", e  você sabe o que é ser chamado de idiota? Embora seja conhecido como ser um bobo, imbecil, babaca, etc., ele definiu como um idiota como um indivíduo que desconhece de política. Mas que tipo de política?
Não se trata de uma política partidária, caso você venha pensar nisso. Estamos falando da busca de um bem comum para que todos possam, de certa forma, viver bem. O que me assusta é como esse processo que está levando ao nosso povo a este estado está alcançando o mais amplo sucesso.
Os meios de comunicação são agentes que ajudam para a proliferação deste processo. Mas a educação, estou falando do sistema educacional de ensino atual que temos hoje, vai dar o golpe de misericórdia. Como assim?
Você já reparou que o Ensino Religioso está desaparecendo das escolas de ensino fundamental e médio públicas? E agora com este novo sistema, matérias como História, Geografia, Filosofia e Sociologia estão deixando de ser obrigatórias. São estas matérias de suma importância, pois, elas estabelecem a identidade pátria, moral e social de cada indivíduo. Pois como que querem que o indivíduo ame o seu país se este nem conhece a história deste?
O Ensino Religioso ajuda a trabalhar a parte do aspecto moral do indivíduo que espera-se a se educar em casa. As matérias como História, Geografia, Sociologia e Filosofia, são matérias que ajudam ao indivíduo conhecer mais de sua história na sociedade, sua economia, política e consequentemente o estimula a ser formador de opinião e a questionar as coisas que são feitas na sociedade. Com o desaparecimento dessas disciplinas em troca de ensinos nas áreas de desenvolvimentos tecnológicos vão transformar, sim, o Brasil em uma potência na tecnologia, mas com um bando de profissionais adestrados, como os profissionais alemães durante o nazismo alemão. Como resultado, estamos caminhando para um país de pessoas totalmente alienadas e sem opinião. Ou seja, um bando de robôs com carne.
Pergunte a um americano se ele conhece a história de seu pais? Todo americano, afinado ou desafinado, sabe o hino de seu país. Vamos mais além, pergunte a um judeu a história de seu povo, ele sabe até mais que isso. O judeu ortodoxo conhece a Torah de memória, era tradição no passado as mães contar para os filhos a história de seu povo, inclusive antes da escrita, foi assim que Jesus Cristo foi educado, aos pés de Maria.
Será que é isso mesmo o que queremos? Será que vale a pena perdermos a nossa identidade e deixar com que eles, os nossos governantes, façam o que quiser conosco? Uma vez sem opinião fica mais fácil para eles se perpetuarem no poder.
Você já pode fazer diferente, mais do que ir as ruas, ou  levantar a bandeira de um partido político, passe a conhecer as necessidades de seu povo e a acompanhar os desdobramentos políticos deste país. Podemos, sim, não só clamar o auxílio de Deus em nossas escolhas, mas, buscar por uma justiça social para o nosso povo e dar também um exemplo de justiça e honestidade aos nossos filhos, para que eles vejam o quanto vale a pena ser honesto de verdade. Não deixe que seus filhos desconheçam a nossa história...

Comentários

Postagens mais visitadas